Archive for abril \24\UTC 2013

O Segredo para se tornar Vegano

Nesses dias pude assistir um filme da Disney Nature chamado ‘Chimpanzee’. Como todo filme Disney já esperava por aquele romantismo tradicional, moralista e capitalista de sempre. E de fato neste sentido não havia nada de novo no documentário. Aquela idéia de ver os chimpanzés explicando suas atitudes como se eles fossem humanos, buscando humanizar o macaco como sempre. Eles buscam isso porque desta forma os filmes deixam a ideia de que “até os animais são como nós” com a intenção de reforçar uma série de valores moralistas. Feita esta introdução vamos ao que interessa.

Então naquele filme de documentário moralista de sempre eles começaram a acompanhar um chimpanzé e sua mãe, mostrando como ela ensinava o bebezinho a ser um chimpanzé adulto, através de seus atos e seus cuidados.

Nesta história feliz que ia ser contada com começo meio e fim, levando o jovem chimpanzé até a idade adulta ocorre algo inesperado: a mamãe chimpanzé morre. E o filhotinho protagonista do filme, após ser rejeitado por todas outras mães, está fadado à morte. Diz a matéria da National Geographic (NG) sobre o Continue lendo

Histórias para Crianças Veganas

A Colher do Suco

Pela primeira vez no Brasil um conto escrito inteiramente em câmera lenta.

Quando esta história se inicia já se passaram quinhentos anos, tal a lentidão com que ela é narrada. Estão sentadas à beira de uma estrada três tartarugas jovens, com 800 anos cada uma, uma tartaruga velha com 1.200 anos, e uma tartaruga bem pequenininha ainda, com apenas 85 anos. As cinco tartarugas estão sentadas, dizia eu. E dizia-o muito bem pois elas estão sentadas mesmo. Vinte e oito anos depois do começo desta história a tartaruga mais velha abriu a boca e disse:

– Que tal se fizéssemos alguma coisa para quebrar a monotonia dessa vida?

Tartaruguinha

Tartaruguinha

– Formidável – disse a tartaruguinha mais nova 12 depois – vamos fazer um pique-nique?

Vinte e cinco anos depois as tartarugas se decidiram a realizar o pique-nique. Quarenta anos depois, tendo comprado algumas dezenas algas marinhas, pão, doces e várias dúzias de jarros de suco, elas partiram. Oitenta anos depois chegaram a um lugar mais ou menos aconselhável para um pique-nique.

– Ah – disse a tartaruguinha, 8 anos depois – excelente local este!

Sete anos depois todas as tartarugas tinham concordado. Quinze anos se passaram e, rapidamente elas tinham arrumado tudo para o convescote (piquenique). Mas, súbito, três anos depois, elas perceberam que faltava a colher para mexer o suco. Continue lendo